quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Capitulo 14 - Segunda temporada!!

Oii!! Eu ia postar ontem, mas eu acabei não mexendo no note, só pelo cel, então... Aqui está o capitulo! Como a fic ta terminada eu sempre quero mudar uma coisa ou outra, mas não fiz nenhuma mudança por que se não acaba misturando tudo e não sai nunca! rsrsrs' O fim da fic não vai ser um "BUM" vai ser... Fofo... Eu gostei de escrever uma parte desse capitulo enquanto a outra achei fraca, mas ok... Espero que gostem!!
P.S: Eu demorei mais ainda pra postar pelo gif do cap, eu tinha escolhido um mas tinha certeza que já tinha postado, então foi esse... :-D
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# Um mês depois #

# Joe Jonas On #

Entrei em meu apartamento e tudo estava uma zona, tudo virado de cabeça pra baixo.

Eu tinha ido passar um tempo com os meus pais, pouco na verdade, coisa de 3 dias só para matar as saudades, e quando chego vejo garrafas, copos sujo, almofadas no chão, embalagem de comida... Uma bagunça. Não que eu fosse todo arrumadinho, da família só o Nick que tinha uma obsessão por arrumação, que eu saiba, mas eu gosto das coisas em seus lugares, com cara de casa de gente, não de chiqueiro

- Ah! Joe, você voltou! Onde estava?- Blanda apareceu com apenas uma das minhas blusas favoritas sujas de cereal e não duvidava que estivesse totalmente nua embaixo disso, mas de alguma forma, isso não me animou. O que ela estava fazendo ali?

- O que aconteceu com meu apartamento?- Perguntei trancando a porta finalmente

- Me desculpe, eu cheguei aqui ontem com alguns amigos e você não estava, mas o porteiro me conhecia então convenci ele a me emprestar a chave reserva- Ela deu de ombros indo para a cozinha

- Blanda, você sabe que esse apartamento é meu, não sabe?- Pergunto a seguindo

- Obvio que sim, você que paga o aluguel!- Ela rio

- Pois bem... Eu estou cansado de chegar aqui e ver que você entrou, ou que está tudo virado, ou que algum dos seus amigos vem junto e me encontram nu andando pela sala, ou até simplesmente com ter que dobrar tudo aqui dentro por que o estoque acaba- Eu disse irritado, pondo pra fora o que eu tinha em mente já a algum tempo

- Você está dizendo que eu não posso mais vim aqui?- Perguntou franzindo o cenho

- Estou dizendo que você é ótima! Você é divertida, você é animada, me põe pra cima, virou uma das pessoas que mais aprecio a companhia e eu amo transar com você, tenho que admitir, mas que eu estou cansado do que nossa relação se transformou, está parecendo um casamento!- Argumentei e ela pareceu entender onde eu queria chegar

- Você ta me chutando?- Perguntou, mas não parecia triste ou decepcionada, alias, ela nunca parecia nada além de intrigante, como se tudo fosse divertido demais e simples demais pra se surpreender ou abalar ela

- Não chutando, mas dizendo que eramos melhor como amigos- Fui claro e a vi dando um sorriso de canto

- Ainda vou poder usar o seu casaco Versace pra festa de sexta?- Ela perguntou arqueando uma sobrancelha e eu abri a boca

- Você não ta nem um pouquinho surpresa com o que eu acabei de falar?- Perguntei e ela rio

- Joe, eu adoro você e eu gostava de ser sua namorada, mas eu não sou o tipo de mulher que chorar por que um cara não quer mais ela, eu sou do tipo que faz os caras chorarem- Ela piscou pra mim e seguiu o corredor até o meu quarto, me deixando impressionado. Nesse tempo que estávamos juntos eu achei que tinha conhecido a Blanda, mas me enganei completamente. 

Meia hora depois ela apareceu na cozinha já vestida e com o casaco Versace que ela tinha dito já em mãos, ela chegou perto de mim e me beijou agressivamente, afundando sua língua em minha boca e fingindo uma penetração, chupando minha língua e gemendo em um ato completamente erótico logo me fazendo ficar excitado e apertar sua bunda até que ela se separou de mim e deu uma risadinha enquanto apertava meu membro rígido sobre a calça, me fazendo ofegar- Depois eu volto e pego as minhas coisas que ficaram aqui, eu peço ao porteiro a chave- Ela piscou mais uma vez e se virou, indo até a porta- Tchau, Joe, a gente se vê por ai- E então ela se foi.

E foi isso, o fim de namoro mais estranho que eu já tive, por que, no fim, tudo que envolvia a mim e a Blanda era a atração que sentíamos um pelo outro.

# Um mês depois #

Era 22:54, pelo menos era isso que mostrava no velho relógio de parede de um bar de decoração antiga em uma rua não muito movimentada de Los Angeles, esquecida do resto do mundo mas que a algumas semanas passou a ser minha segunda casa.

Lá estava eu outra vez, fazendo o que descobri ser mais uma vez um alivio para o sofrimento, pelo menos um alivio que eu considerava menos perigoso do que me automutilar. Pedindo por meu segundo copo de vodka, eu tinha acabado de chegar depois de um dia de exaustão em entrevistas a rádios e programas de televisão e eu só precisava me distrair, sem responder mais pergunta alguma.

A um mês mais ou menos eu tinha acabado definitivamente meu relacionamento com o Wilmer, eu estava cansada, de saco cheio. Se era pra eu ser infeliz, pelo menos que fosse sozinha, não com alguém que queria ser meu dono.

Ouvi o som do sino da porta tocar anunciando que outra pessoa entrava, outra das pouquíssimas que tinham ali, mas não dei importância em me virar e ver de quem se tratava

- Alguém aqui podia me servir uma dose de whisky? Puro, por favor!- A voz de uma mulher, definitivamente alterada pela bebida, soou alta e desconexa pelo silencioso bar então me virei pra ver qual era a bêbada que tinha entrado, provavelmente depois de ser expulsa por beber demais em algum outro bar por ai.

Surpresa. Foi isso que fiquei.

Eu conhecia a tal mulher bêbada. 

Nicole.

- Finalmente! Achei que essa espelunca nem whisky tinha- Ela falou com o garçom que trouxe pra ela a bebida, depois de ver ela colocando a carteira com as notas saindo em cima do balcão. Eu queria ficar na minha, me afastar de perto dela e não ser notada, me dava repulsa vê-la depois de tanto tempo, mas não deu certo. Ela estava ao meu lado e logo se virou pra mim, arregalando os olhos em uma cena que até poderia ser cômica, vendo que ela estava totalmente fora de si- Não é possível!- Ela gritou mais alto, fazendo um escândalo- Não é que a linda e maravilhosa Demi Lovato está aqui, nesse bar mixuruca, se esbanjando na bebida, igual a reles mortais como eu!- Ela fez cena, mas não me preocupei em ser reconhecida ao ouvi-la dizer meu nome, claramente as pessoas dali não tinham cara de saber quem eram os famosos do momento ou algo do tipo para me reconhecerem. Não respondi a ela, apenas pedi ao garçom mais um copo- Pois é, querida, a vida não e fácil pra ninguém, mas admito que é muito bom ver que você acabou parando na mesma merda que eu, as coisas parecem melhores vendo esse lado!- Ela gargalhou e eu apertei mais forte o copo em minha mão, ela estava me irritando.- Pois é, existem pessoas como eu, que fazem seus planos, bolam tudo, fazem tudo dá certo, e no fim não conseguem seu prêmio, e pessoas como você, as boazinhas, as mocinhas, pra quem todos torcem, que não fazem porra nenhuma pra conseguir as coisas e mesmo assim conseguem, mas, como nada é perfeito o suficiente pra vocês, com qualquer coisinha, desistem!- Ela debochou rindo

- Que merda você ta falando, sua vadia?- Perguntei sem me controlar, me virando pra ela

- Uiii, a Demi se irritou!- Ela ironizou rindo e quase cambaleou pra trás, mesmo estando sentada em um banco, o que a fez rir de si própria- O que estou dizendo, florzinha, é que mesmo eu e o Wilmer bolando um plano que, tenho que admitir, foi a maior bosta que eu já fiz, no fim, foi você que fez tudo dá certo- Ela falou rodando no banco em que ela estava- ME PÕE OUTRA DOSE GARÇOM!- Gritou, mas eu só pensava na carta que o Joe me mandou, falando que ela tinha bolado um plano contra nós, mas o que o Wilmer tinha a ver?

- Você é ridícula, Nicole- Bufei e tentei afastar esses pensamentos, isso não me importava

- Oh, claro, ridícula, vadia, puta, vagabunda... Pode começar com o xingamento eu não, EU NÃO ME IMPORTO- Gritou com o copo em uma mão e levantando a outra- Sabe por que? Porque você foi a maior vilã da sua historia de amor, e você sabe disso- Ela gargalhou- Você não acreditou no Joe, você quis acreditar em si mesma, ser a certa e a infeliz, mas sabe, não te julgo, você passou muito tempo na Disney, com esses contos de fadas onde a princesa é triste, desolada, desprotegida e fica esperando o príncipe encantado perfeito que nunca a fará sofrer, lutará sozinho por você e bla bla bla!- Deu um grande gole em seu whisky, tomando todo o copo e pondo para o garçom encher de novo- O problema, Demi, é que a vida não é assim, não existe príncipe encantado e as pessoas não são perfeitas. Que se foda o Joe ter te traído, ele estava dopado de toda forma e brochou e pegou no sono- Ela murmurou e eu arregalei os olhos- O ponto é...- Ela estendeu a frase- Que o Joe já demonstrou pra você milhões de vezes que te amava, se importava, e isso que me irrita em pessoas como você, que esperam mais e mais, nunca estão satisfeitas, e que me irrita em homens como o Joe, que persistem em vadias idiotas e que acham que são o centro do mundo!- Nem os xingamentos dela conseguiram me irritar, eu queria ouvir, pela primeira vez, eu queria ouvir o que a Nicole dizia- Você tem seu discurso moralista de que a pessoa que te ama te respeita, cuida de você e não te faz sofrer, mas, qual é! Qual pessoa que você gosta já não te fez sofrer? O que importa é a quantidade de vezes que ela te fez sorrir, e se vale ou não a pena! Você vai pra uma porra de centro de reabilitação e sai achando que todos tem que te amar e te fazer feliz, ah, vai se fuder!- Ela resmungou

- Nicole- Chamei-a quando percebi que ela tinha voltado a se concentrar mais na bebida dela do que em outra coisa- O que você disse sobre o Joe dopado...

- Sim, sim, o Wilmer convenceu o Joe a ir a uma festa com a gente, a turma toda, mas a gente combinou de por um, sabe, remediosinho, na bebida do Joe- Ela rio enquanto piscava o olho desajeitadamente pra mim- Foi fácil depois tirar umas fotos da gente se pegando- Ela murmurou abanando a mão, fazendo pouco caso

- Eu não posso acreditar- Eu não sabia se o impressionante era saber que tudo aquilo era verdade, se era o fato de o Wilmer está envolvido, ou que o Joe não tinha realmente me traído, então minha mente apitou

Não ligue pra essas bobagens, Demetria! Como se fosse esse o único motivo de você e ele não darem certo, o Joe e você não nasceram pra ficar juntos.

- Isso não importa, o Joe é um idiota, não me merece- Eu murmurei pra mim mesma e ouvi Nicole gargalhar mais alto e por mais tempo do que as outras vezes

- Oh, claro, sim, sim, você está certíssima- Ela enxugou o canto dos olhos- Por que você correria atrás de alguém que te ama e que você ama se ele sempre faz uma besteirinha ou outra que geralmente é culpa do destino e de fatores externos? Quê isso! Não mesmo! Corra, Demi, seja livre, feliz e morra solteira com 7 gatos por que você não é capaz de superar problemas sem um bom corte ou sem dá um piti de como sua vida é horrível e a pessoa que te ama só te faz sofrer envés de crescer, sentar, conversar e resolver as coisas como uma adulta- Ela soltou um riso debochado e depois me encarou séria, eu estava simplesmente sem palavras- Olhe pra mim... Olha realmente pra mim- Pediu com o olhar cheio de amargura- Eu sempre fiz de tudo para o Joe me notar, sempre o amei e quis pelo menos um resquício do amor que todo mundo sabia que ele tinha, alias, que aquele filho da puta ainda tem por você! Enquanto você está por ai, o culpando do seu sofrimento.- Ela fungou- Esses últimos tempos, a minha prima, você sabe, a Maya, vem me dizendo que só nós mesmas podemos fazer nossa própria felicidade, que só nos tornamos plenamente felizes quando conseguimos ser felizes com nós mesmas e deixarmos de por nossa felicidade na mão dos outros, e ai sim conseguimos fazer as pessoas ao nosso redor felizes... Eu olho pra você agora, que tem bem mais chances de ser feliz plenamente do que eu, e sinto vontade de te dá um murro!. Se você quer ficar com o Joe, que se foda o passado, o amor se reinventa todos os dias, se regenera, se reconstrói... Se você não acha que pode fazer o mesmo com o que sente por ele, então, mesmo eu tendo levado um belo pé na bunda vindo dele, eu sei que fiz o certo em te tirar de perto dele, por que ele merece alguém que sinta o mesmo que ele.- Ela terminou e se virou de volta ao seu copo- SERÁ QUE VOCÊ NÃO TA VENDO QUE MEU COPO TA VAZIO? PÕE OUTRA, CARALHO!- Gritou mais uma vez com o garçom, mas eu não ouvia mais, eu não sabia o que pensar, eu não sabia como digerir as palavras dela. 

Um lado do meu cérebro dizia pra eu ir pra cima dela e descontar toda minha tristeza que ela causou ou simplesmente empurra ela de cima do banco que, do jeito que ela estava, não conseguiria se levantar tão cedo, pelo menos não sozinha. Enquanto outra parte sabia que ela tinha razão. Essa vadia miserável tinha toda a razão.

Olhei ao redor do bar, tentando encontrar algo pra me concentrar que não fosse suas malditas palavras que perambulavam em minha mente. Só podia se ouvir uns múrmuros que uma Nicole quase adormecida no balcão dava de vez em quando, um casal quase transando em publico mais ao fundo, alguma mulher chorando num canto, um grupo de dois velhos motoqueiro bebendo e o som baixo da televisão em um noticiário, mostrando um acidente entre dois carros em uma avenida movimentada perto de Studio City, me concentrei em ouvir a repórter falar enquanto pedia mais vodka, eu queria me livrar dos pensamentos, queria muito.

"Nossas fontes acabam de confirmar que o acidente envolve dois jovens menores de idade bêbados e a cantora Miley Cyrus, que dirigia em alta velocidade..."

Arregalei os olhos. E tirei minha carteira correndo da bolsa, pagando o que consumi.

Não podia ser verdade, não, não não.

# 40 minutos atrás #

# Miley Cyrus On #

* Estúdio próximo a Studio City*

Tudo ao meu redor girava e as formas se estendiam, tudo parecia mais colorido e alegre enquanto a música que tocava pelos fones quase me fazia ter um orgasmo, se é que era possível. Era tudo mágico, era tudo prazeroso, tudo definitivamente selvagem.

Eu estava com quase sete meses de gestação e cada vez mais a minha família e a do Nick pressionavam para eu ser uma modelo de mãe, a mãe do ano, e isso me dava nos nervos, eu só tinha calma e só relaxava quando vinha para o estúdio, quando ouvia minhas músicas, quando fazia música e fumava minha maconha.

Pode me chamar de irresponsável se quiser, eu já tinha ouvido muito essa palavra direcionada a mim nos últimos meses, mas eu não ligava. Eu sabia dos riscos, mas não conseguia evitar, eu tinha cortado tudo que me fazia mal, bebida, comidas, tudo, estava me dedicando a ser saudável pelos meus bebês, mas a maconha, mesmo não sendo uma droga que vicia, estava impregnada em mim, mesmo no começo da gravides eu não fumando mais, quando as coisas começaram a se tornar mais serias, ela começou a se tornar necessária pra eu evitar o estresse.

Ouvi batidas fortes na porta do estúdio que eu estava, então Cheyne, meu grande amigo que me apoiava em eu ser sempre a velha Miley, mesmo eu definitivamente não sendo mais, foi abrir a porta e então entrou um Nick Jonas furioso pela porta, me fazendo arregalar os olhos e deixar o cigarro na minha mão cair

- Nick?- Me surpreendi

- O QUE VOCÊ PENSA QUE TA FAZENDO?- Nick gritou comigo, já vermelho de tanta raiva

- Qual é, Nicholas!- Me levantei, ainda sentindo os efeitos da maconha

- Olha pra você, Miley! Está toda chapada, louca, fora de si! É essa mãe que você quer ser?- Ele perguntou e na verdade, ele que estava fora de si

- Vai se fuder!- Eu disse e depois ri

- Ir me fuder? Eu posso até ir, mas eu estou cansado, cansado de querer que você seja um pouco mais madura, que você veja as responsabilidades que tem, essa foi a gota d'água, eu desisto, se você não se importa com meus filhos, pelo menos os tenha, por que eu os quero!- Ele se exaltava e esbravejava

- O que você quer dizer com isso? Está insinuando que vai tirar meus filhos de mim?- Perguntei me concentrando em ficar o mais seria possível- Pois saiba que você ou qualquer pessoa jamais tiraram eles de mim!

- Você está agindo como uma adolescente inconsequente, eu já devia saber desde o inicio, você nunca nasceu pra formar uma família, ter filhos, ou qualquer coisa do tipo!

- Ah! E a Delta, sua amiga que você foi pelas minhas costas se encontrar, seria ótima, não é mesmo?- Questionei, deixando sair o que eu guardava já a um tempo, que eu sabia que ele tinha se encontrado com essa tal de Delta sem me falar. Vi ele recuar um pouco, mas foi quase imperceptível

- Eu fui ajudar a Delta no estúdio e sabia que você não ia gostar! Mas sim! Qualquer uma seria melhor que você, que mais parece uma vadia com as atitudes que tem- Antes que ele continuasse, eu dei uma tapa em sua cara, quase que em automático, e comecei a empurra-lo e esmurra-lo pelo peito

- Não pense em me ofender, quem você pensa que é, hein? Eu faço da minha vida o que bem entender! Estou cansada de você!- Falei ainda o empurrando, até que ele me segurou pelos braços, me parando

- Eu é que estou cansado de você- Ele me olhou nos olhos e pela proximidade pude sentir cheiro de álcool- Nós não nascemos pra ficar juntos, Miley, e pode ter certeza que eu não vou deixar você ficar com meus filhos- Ele então me soltou e saiu pela porta com passos largos, apenas parando ao lado de Cheyne- Se você tem um pouco de consciência nessa sua cabeça, não deixe ela fumar mais uma dessas porcarias- Ele avisou de um modo aterrorizante, então se foi.

Assim que a porta fechou, meus joelhos cederam e eu comecei a chorar copiosamente, apenas senti o Cheyne abraçando

- Ele me odeia, Cheyne, me odeia!- Murmurei entre soluços e fungadas

- Não, Miley, ele só estava com raiva e preocupado com os bebês- Ele tentava me consolar mas eu neguei com a cabeça

- Ele tem razão, isso faz mal pra gravides, sem contar que nenhuma mãe responsável que eu conheço fuma maconha- Continuava a chorar- Eu não quero que o Nick tire meus filhos de mim, e eu não quero que ele me deixe- Solucei me desvencilhando dele e me levantando, pegando minha bolsa e correndo pra fora do estúdio, rezando pra não ter paparazzi a essa hora

- Onde você vai?- Cheyne me perguntou, enquanto me seguia

- Vou atrás dele- Respondi decidida quando cheguei ao carro e entrei

- Você não tem condições!- Cheyne tentou me impedir, mas eu o ignorei, tentando secar minhas lágrimas enquanto manobrava o carro e seguia o caminho até minha casa, pedindo pra que ele também tivesse ido pra lá.

Durante o percurso as lagrimas me impediam de ver claramente e, mesmo eu tendo fumado pouco, eu ainda via as coisas com um olhar diferente, ainda meio chapada, sem me concentrar muito nas coisas, foi então que, sem eu ver de onde ou como, sinto uma pancada vinda do meu lado do carro enquanto minha cabeça bate na direção e o Airbag infla, e depois disso eu só lembro a dor escruciante em todo meu corpo, se concentrando em minha cabeça e ventre, e de pensar que eu não queria perder meus filhos.

8 comentários:

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    1. Kkkkk Não morre que se não perde o fim da fic!! Kkk

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  2. ai menina!! você tem que postar tipo já, sem or
    scrr

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    1. Vou postar no sábado!! Vai se acalmando!! Kkkk bjss

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  3. COMO ASSIM VOCÊ PARA NESSA PARTE? SURTANDO!

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    1. Kkkkkk Eu amo ser malvada!! u.u kkk No sábado tudo se resolve!!
      Bjss :*

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  4. OMG... COMO É QUE VC PARA NUMA PARTE DESSA?????
    Vc precisa postar o mais rapido possivel. Preciso urgentemente saber o que aconteceu.
    Posta logoooo!!

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    1. Kkkkkk Mas assim o final fica mais emocionante!! Vou postar no sábado!!
      Bjss :*

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